Notícias

Encontro aconteceu na sede do sindicato e deu início as atividades em alusão aos 30 anos do sindicato

O Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado de Mato Grosso (Sindessmat) realizou na manhã de hoje (22), em sua sede, a palestra sobre Gestão de Contratos. O encontro foi comandado pelo mestre em direito e especialista em direito empresarial, André Cardoso Santos e pela advogada Luíza Carrara.

Com grande participação dos associados, o evento deu o ponta pé inicial a programação de eventos que ainda acontecerão ao longo do ano, com alusão à comemoração de 30 anos do sindicato.

A advogada, Luíza Carrara falou sobre a importância em aprofundar nos princípios gerais dos contratos principalmente ligados a área da saúde.

“O termo de consentimento, por exemplo, que é muito utilizado nas empresas de saúde é de extrema importância para o dia a dia da empresa. O paciente deve estar ciente de todos os riscos que um procedimento que ele realizará oferece. Uma cirurgia pode acarretar a outros problemas e ser necessária outra intervenção, por isso é importante o paciente ser informado sobre isso e de preferência em um documento assinado pelo mesmo”, afirmou. 

É o que reforça também o palestrante, André Cardoso Santos, que fala ainda sobre o objetivo de trocar experiências entre as empresas que trabalham na área da saúde com o escritório de advocacia, que tem como especialidade o lado jurídico sobre a gestão dos contratos.

“O que podemos perceber é que uma boa analise antes de firmar o contrato pode evitar problemas futuros significativamente graves, como; demandas judiciais, problemas com fornecedores, com clientes, sócios e até mesmo com a própria comunidade em que a empresa atua. É muito importante que as coisas sejam sempre muito bem combinadas, nossa intenção é trocar experiências e orientar para que daqui pra frente possamos fechar contratos melhores”, explicou.

Estelamar Brunetta Hamida, do hospital São Lucas, de Primavera do Leste (Distante 244 km de Cuiabá), falou sobre a importância da palestra realizada pelo Sindessmat.

“Esse tipo de esclarecimento e orientação é de suma importância para nós, ainda mais em relação a assuntos jurídicos. Gestão de contrato realmente é uma área complexa e que exige grande atenção das empresas para evitar problemas futuros”, destacou.

A diretora executiva do Sindessmat, Patrícia West destacou a participação dos associados e sobre a programação de eventos do sindicato em comemoração aos 30 anos em atividade.

“Começamos bem o ano de atividades do sindicato, tivemos boa adesão dos nossos associados e esperamos que isso continue. É um ano importante para todos nós e por isso estamos preparando toda uma programação especial para fortalecer e no aproximar ainda mais de nossos associados”, finalizou.

Um dos mais desafiadores diagnósticos de câncer de mama é o triplo-negativo metastático, que tem baixa taxa de resposta aos tratamentos disponíveis. Há duas décadas que não há avanços nas terapias, mas um estudo publicado no The New England Journal of Medicine sugere que esse quadro pode mudar em breve. Pesquisadores do Centro de Câncer do Hospital Geral de Massachusetts (HGM) e da Universidade de Columbia, entre outros centros médicos nos Estados Unidos, aplicaram, em mulheres com esse tumor, uma imunoterapia que vem sendo testada para diversos tipos cânceres e conseguiram sucesso em 33% dos casos, com remissão de, em média, 7,7 meses. A quimioterapia convencional produz resultado em 10% a 15% das pacientes, que ficam até, no máximo, três meses livres da doença.

Diferentemente dos outros tipos de câncer de mama, o triplo-negativo não tem as moléculas alvo dos tratamentos eficazes contra o tumor. Por isso, drogas que atacam o HER2, os receptores de estrógeno ou de progesterona, não geram efeitos significativos, o que faz a doença avançar e gerar metástases. A sobrevida média não mudou nos últimos 20 anos: 12 meses depois do diagnóstico. “A taxa de insucesso da quimioterapia disponível e a falta de opções ressaltam a necessidade urgente de buscarmos melhores tratamentos”, destaca Aditya Bardia, médica do HGM e principal investigadora do estudo.

A droga que produziu os resultados descritos no The New England Journal of Medicine é a sacituzumab govitecan, substância que combina um anticorpo cujo alvo é o antígeno Trop-2, expressado pela maior parte das células do câncer de mama, e o SN-38, molécula produzida pelo quimioterápico irinotecan. Quando o anticorpo se liga às moléculas Trop-2, o medicamento é liberado dentro da célula doente, diretamente no tumor. Assim como outras terapias-alvo, a ideia é atacar apenas o câncer e preservar os tecidos saudáveis próximos, o que reduz a toxicidade do tratamento. “Por isso, podemos inserir uma dose bem maior da droga no tumor, o que aumenta a sua efetividade”, destaca o autor sênior do artigo, Kevin Kalinsky, oncologista no Hospital Presbiteriano de Nova York, da Universidade de Columbia.

Bem tolerada

Os testes da droga foram feitos com 108 pacientes de câncer de mama triplo-negativo metastático que já haviam sido submetidas a outros tratamentos. O sacituzumab govitecan reduziu a doença em um terço das participantes e, em 3% do total, produziu remissão total. As respostas duraram em média quase oito meses, e as mulheres viveram sem progressão da doença por 5,5 meses, sendo que nove pacientes continuaram sem piora do câncer por mais de um ano. Os resultados indicam que o tratamento foi bem tolerado, sem mortes associadas. Os efeitos colaterais sérios mais comuns foram baixa contagem de células sanguíneas, como neutrófilos, leucócitos e hemácias. Segundo os autores, essas reações adversas foram administráveis.

“Esses resultados sugerem que o sacituzumab govitecan é um agente ativo contra o câncer de mama triplo-negativo metastático, sem resistência cruzada com outros tratamentos, além de seguro. Isso representa um novo paradigma terapêutico em potencial”, diz Aditya Bardia. “Acho que essa droga tem potencial de mudar a prática médica (em relação a esse câncer), porque os dados são muito convincentes, mesmo com o tamanho relativamente pequeno de pacientes”, completa Kevin Kalinsky.

 

O Food and Drug Administration (FDA), órgão regulatório do setor de medicamentos nos Estados Unidos, porém, ainda não está tão convencido. Em 2016, o sacituzumab govitecan recebeu, do FDA, a designação de terapia inovadora, uma classificação criada em 2012 para agilizar o desenvolvimento de uma droga que se destina a tratar, isoladamente ou em conjunto com outras, uma doença potencialmente fatal. Na época, os estudos preliminares apresentados pelo laboratório Immunomedics, dono da patente da droga, indicaram à agência que o tratamento era substancialmente mais eficaz que o que há disponível atualmente.

No mês passado, contudo, o FDA negou a aprovação acelerada do sacituzumab govitecan. Em nota, Michael Pehl, presidente e chefe executivo da Immunomedics, afirmou que a decisão teve como foco “exclusivamente questões sobre química, fabricação e controle (do medicamento)” e  que não seria preciso “apresentar novos dados clínicos ou pré-clínicos”. Pehl também destacou que um novo encontro com o FDA deverá ocorrer “o mais rápido possível, para compreendermos completamente os requisitos e cronogramas para aprovação. Vamos trabalhar em estreita colaboração com o FDA, com o objetivo de trazer esse importante medicamento para os pacientes o mais rapidamente possível”.

Melhora dos sintomas

Kevin Kalinsky, da Universidade de Columbia, está esperançoso de que isso ocorra em breve. “Vimos redução significativa do tumor com a droga, e demorou muito mais para o câncer progredir, comparado a outras substâncias comumente usadas para tratar o câncer de mama triplo-negativo metastático. Ter tumores menores é algo incrivelmente importante para a qualidade de vida da paciente. Quando o tumor diminui, os pacientes têm uma melhora grande nos sintomas, como a dor.”

Atualmente, está em curso mais um estudo de fase III do sacituzumab govitecan, com 400 pacientes sendo recrutadas nos Estados Unidos e na Europa. Além do câncer de mama triplo-negativo metastático, o sacituzumab govitecan está sendo testado para outros tumores de mama, câncer de bexiga e de próstata.

 

Fonte: Ciência e Saúde

Cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Instituto D'Or de Pesquisa criaram, pela primeira vez na América Latina, minicérebros com olhos em laboratório. E não é só. Provavelmente eles podem "enxergar" - um avanço e tanto que pode ampliar a compreensão sobre diversas doenças, acelerar as pesquisas sobre o desenvolvimento do cérebro humano e revolucionar a própria definição de vida.

Os cientistas brasileiros trabalham desde 2016 na criação desses organoides. São estruturas tridimensionais criadas a partir de células reprogramadas, que funcionam como modelo do cérebro humano. Ao longo desse período, os pesquisadores têm procurado aperfeiçoar esse modelo, criando estruturas cada vez mais complexas.

Agora, eles conseguiram dar um passo inédito: criar minicérebros com células pigmentadas da retina. No cérebro humano, essas células são responsáveis por receber estímulos luminosos e, a partir deles, transmitir impulsos elétricos às células nervosas envolvidas no processamento da visão. Em outras palavras: enxergar.

"A gente ainda não teve essa confirmação", ressaltou o neurocientista Stevens Rehen, principal autor do estudo, já aceito para publicação na BMC Developmental Biology. "Mas temos uma estrutura que é um olho e células de retina funcionando. Se comprovarmos que o padrão de atividade cerebral muda com o estímulo luminoso, isso significa que 'enxerga'."

Os organoides têm 5 milhões de células, entre elas neurônios. Um cérebro humano plenamente desenvolvido soma 86 bilhões de neurônios. "Os organoides estão longe de ser um cérebro real", explica Rehen. "Mas eles têm características morfológicas e bioquímicas que os aproximam mais do que qualquer outro modelo disponível no momento de um cérebro real."

A criação dos minicérebros com olhos são uma demonstração importante de que é possível repetir, em laboratório, graus cada vez mais avançados de desenvolvimento humano. Mas, principalmente, a experiência é importante para entender diferentes doenças e testar, sem risco para pessoas, efeitos de substâncias com potencial terapêutico em organoides vivos. O grupo de Rehen determinou, por exemplo, a relação entre o vírus zika e a microcefalia com base em testes feitos nos minicérebros. A equipe testa também os efeitos de substâncias psicodélicas no cérebro.

Os cientistas usam células da pele ou da urina de um voluntário e as induzem, no laboratório, a voltarem ao estágio de células-tronco embrionárias, capazes de se transformarem em qualquer tecido do corpo. Essas células são transformadas em neurônios e em outras células do sistema nervoso.

Continua depois da publicidade

Sofisticação

A equipe de Rehen conseguiu sofisticar o ambiente onde as células são mantidas, se aproximando mais ainda do que acontece no desenvolvimento intrauterino. Assim se formou, por exemplo, o epitélio pigmentar e células da retina, uma estrutura capaz de reagir a estímulos luminosos.

 

"Eles são uma demonstração de que é possível repetir, em laboratório, graus cada vez mais avançados de desenvolvimento humano", comemora o cientista. "Mas, principalmente, eles nos ajudarão a entender doenças humanas e testar, sem risco para pessoas, efeitos de substâncias com potencial terapêutico." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Fonte: Ciência E Saúde

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro da vacina Trumenba, da farmacêutica Pfizer. Agora, quem quiser se proteger contra a meningite B terá mais uma opção nas clínicas particulares.

Até então, a única vacina contra a meningite B – um dos subtipos da meningite meningocócica, causada por uma bactéria – no Brasil era a Bexsero, fabricada pela GSK. Ela é recomendada para brasileiros a partir dos 2 meses de idade, enquanto a Trumenba só tem autorização para ser injetada em jovens dos 10 aos 25 anos.

De acordo com o médico Renato Kfouri, presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), essa diferença na indicação é explicada por um evento que aconteceu nos Estados Unidos.

Em 2013, houve um surto da doença nos campi universitários americanos. Um ano depois, a vacina Trumenba foi aprovada no Estados Unidos – ela, portanto, foi estudada justamente para a população que frequentava essas faculdades.

“Esse imunizante ainda não foi testado em crianças pequenas. Certamente, serão feitas pesquisas posteriores nessa faixa etária. Mas, por enquanto, o licenciamento é esse”, afirma Kfouri.

Tirando essa particularidade, as duas opções parecem se equivaler. “A Trumenba tem uma composição diferente, mas, no quesito proteção, é bem parecida”, informa o especialista.

Só tenha atenção para as contraindicações: “A princípio, não deve ser usada em gestantes e em indivíduos que manifestaram alguma reação alérgica aos componentes”, orienta o pediatra.

Assim como a Bexsero, a Trumenba estará disponível apenas no setor privado, em forma de injeção. Serão duas doses com intervalo de seis meses.

Segundo Kfouri, não há previsão para a chegada na rede pública em curto período. “Apesar da enorme gravidade da doença, no Brasil a gente tem o subtipo C como principal perigo. Ele sempre foi a prioridade para combater”, explica.

O especialista da SBP reforça que a vacina para a meningite meningocócica C (que também engloba os subtipos A, W e Y) é distribuída gratuitamente nos postos de saúde do país. Ela deve ser aplicada aos 3, 5 e 7 meses de vida, com reforço entre os 4 e 6 anos e aos 11 anos de idade.

 

Fonte: Anahp

O intenso trabalho realizado pela gestão Emanuel Pinheiro para reduzir o índice de infestação do Aedes aegypti em Cuiabá recebeu destaque nacional nesta quarta-feira (20).

Enquanto São Paulo e Rio Branco/Acre tiveram aumento nos índices para casos de dengue (doença causada pelo vetor), Cuiabá provou que ações integradas entre o poder público e a população podem ser eficazes e reduzir a incidência.

Para se ter noção, comparando o mesmo período entre 2018 e 2019, São Paulo saltou de 96 para 181 novos casos. A ocorrência é ainda mais preocupante em Rio Branco, pois a Capital registrou 211 casos da doença no ano passado e 882 este ano. Já Cuiabá reduziu drasticamente os 351 casos da doença para 58.

Para o prefeito Emanuel Pinheiro a redução é fruto do enfrentamento diferenciado que sua gestão ofertou para o combate a proliferação do Aedes aegypti.

“Nossa primeira ação foi criar um Comitê Municipal de Ação Preventiva ao mosquito Aedes aegypti  (instituído pelo decreto nº 6.207 de 02/01/2017) e por meio dele fortalecer todas as atividades desde o combate à conscientização das doenças ocasionadas pelo vetor. Com isso, melhoramos e intensificamos os programas de prevenção que realizam semanalmente palestras nas escolas do município e dentre outras ações, como por exemplo mutirões de limpezas realizados pela Secretaria de Serviços Urbanos. Passamos também a contar com o apoio de um VANT - espécie de drone (veículo aéreo não tripulado), para fazer o mapeamento e monitoramento georrefereciado dos focos larvários. Então esse resultado vem para coroar o trabalho já feito e mostrar que estamos no caminho certo na luta contra o Aedes, que também é o vetor das doenças, zika vírus e as febres chikungunya e amarela", frisou.

 

Fonte: Folha Max

Em Mato Grosso, a Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica estima que 130 novos casos de leucemia podem ser diagnosticados para cada ano do biênio 2018-2019. O relatório aponta que os homens estão mais vulneráveis à doença em comparação às mulheres. 

Para conscientizar a população, o segundo mês do ano foi escolhido para a realização da campanha (fevereiro laranja), com a proposta de falar sobre a leucemia. Essa doença é considerada um câncer pela medicina, que atinge a medula óssea, local de produção das células sanguíneas do corpo humano.

A leucemia acontece quando essas células sofrem uma mutação genética e têm o seu desenvolvimento natural modificado. Neste caso, a estrutura funcional fica comprometida e as células doentes passam por um processo acelerado de multiplicação, ocupando o lugar de todas as células sadias. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) aponta que os tipos mais comuns de leucemia são: linfoide crônica, a mieloide crônica, a linfoide aguda e mieloide aguda.

De acordo com Coordenadoria Epidemiológica do Estado de Mato Grosso, a cada 60 novos diagnósticos, estima-se um risco de 4,47 casos para um público de 100 mil mulheres. Já para o público masculino, são 70 novos casos, porém o risco estimado é menor, sendo de 3,79 casos para um público de 100 mil homens. O relatório aponta ainda que entre 2010 e 2016, a leucemia matou 578 pessoas, sendo que 300 eram homens e 278 mulheres.

Veja abaixo a tabela de estimativa em Mato Grosso:

Fonte: Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica do Estado.

A cura para doença

Quanto mais cedo for o diagnóstico, maiores são as chances de cura, pois, o corpo responde melhor ao tratamento. É importante o médico avaliar qual o tratamento mais indicado, já que tudo depende do estágio da doença. O paciente pode ser submetido ao processo quimioterapia, radioterapia ou imunoterapia. O objetivo é destruir as células doentes presentes na medula.

Outra opção de cura para leucemia é o transplante de medula óssea. Neste processo, o doente recebe novas células que vão destruir as doentes e fazer com que medula óssea volte a produção de células sadias. No entanto, para realizar esse processo de cura, é necessário encontrar um doador compatível, o que é mais difícil, já que as chances de encontrar um doador compatível é pequena, sendo 1 para 100 mil doadores. Então, quanto maior o número de candidatos cadastrados no banco de dados dos Hemocentros do país, maiores as chances de encontrar um doador compatível.

Doação de medula óssea

O candidato deve ter de 18 a 55 anos, estar em bom estado de saúde, não ter doença infecciosa transmissível pelo sangue (infecção pelo HIV ou hepatite) e não possuir histórico de doença neoplásica (câncer), hematológica ou autoimune (lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatoide).

 

Após o preenchimento da ficha de inscrição e do termo de consentimento, é colhido 10 ml de sangue do potencial doador que posteriormente é encaminhado (pelo MT - Hemocentro) aos Centros Credenciados e Especializados (Laboratórios de Imunogenética) para fazer o exame de Histocompatibilidade (HLA) - o estudo do teste de compatibilidade da medula óssea.

O teste de histocompatibilidade identifica a tipagem da medula do pretendente doador. O resultado da tipagem (HLA) e o cadastro são enviados pelos laboratórios de imunogenética ao Redome. Dependendo da doença e da fase em que se encontra, o paciente pode se beneficiar com uma forma específica de doação, o médico vai orientar a respeito da melhor forma de coleta de células.

Os dados do MT-Hemocentro revelam que, em 2017, a unidade encerrou o ano com 1.141 mil voluntários aptos a fazer doação de medula óssea. Em comparação ao ano anterior, os resultados mostram que, em 2018, o número de doadores subiu para 1.606 mil pessoas, cerca de 40% superior. Além disso, os resultados da unidade mostram que 1.565 mil pessoas estão aptas a doação em caso de compatibilidade com algum paciente.

Todos os candidatos cadastrados serão automaticamente incluídos no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), um banco de dados dos doadores do mundo todo. Mesmo que não seja encontrado um doador compatível, esses voluntários ficam cadastrados para um caso em que haja a compatibilidade.

Serviço

O MT-Hemocentro é coordenador e referência em hematologia e hemoterapia em Mato Grosso. Os candidatos interessados em doar medula óssea ou sangue que tiverem qualquer dúvida sobre o assunto, podem procurar a unidade que fica localizada na  Rua 13 de Junho, nº 1055, bairro Porto, em Cuiabá. O horário de funcionamento é de segunda à sexta-feira, das 7h30 às 17h30. Telefone de contato: (65) 3623-0044.

 

Fonte: GOV.MT

Facebook

Parceiros

Contato

Sindessmat - Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado de Mato Grosso

Rua Barão de Melgaço, n° 2754

Edifício Work Tower - Sala 1301

Cuiabá - MT

Telefone: (65) 3623-0177

Email: diretoria@sindessmat.com.br

Sobre nós

O SINDESSMAT – Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado de Mato Grosso – conforme seu Estatuto, é constituído para fins de estudo, coordenação, proteção e representação legal da categoria dos estabelecimentos de serviços de saúde, dentro do estado de Mato Grosso.