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O dia 28 de dezembro entrará para a história da população mato-grossense. Esta é a data de inauguração do Hospital Municipal de Cuiabá Dr. Leony Palma de Carvalho – HMC, onde funcionará também o novo pronto-socorro. O prefeito Emanuel Pinheiro recebeu nesta quarta-feira a confirmação do Governo Federal. A solenidade de abertura da unidade está marcada para as 10h e terá a presença do presidente da República, Michel Temer.

De acordo com o prefeito, o empreendimento não será apenas um Pronto Socorro, mas sim um grande complexo hospitalar onde o Pronto Socorro estará instalado. “O Hospital Municipal de Cuiabá será uma referência para tratamentos de alta complexidade, que contará com três grandes setores, com Unidades de Terapia Intensiva, Centros Cirúrgicos, um Centro de Diagnóstico e um Centro Ambulatorial, Enfermarias, Pronto Atendimento e Isolamento, tudo isto com o que há de melhor em termos de equipamentos hospitalares neste país”, revelou o gestor.

Pinheiro ressalta que a abertura deste hospital marcará um novo ciclo não apenas para Cuiabá, como também para Mato Grosso. “A partir desta inauguração, estaremos iniciando uma nova era na saúde pública do nosso estado. Muita coisa vai mudar, e para melhor. Estamos preparando uma grande reestruturação principalmente na Atenção Primária, para que a Atenção Secundária e a Terciária não sofram com um excesso de pacientes, que muitas vezes podem ter seus problemas resolvidos nos PSFs. Estamos promovendo um choque de gestão e tenho certeza que 2019 será um ano de grandes mudanças para todos nós”, disse.

A entrega do HMC será o marco inicial das comemorações alusivas aos 300 anos da capital. “Eu estou muito feliz em poder inaugurar uma obra tão grandiosa e que vai beneficiar não apenas os cuiabanos, mas todos os mato-grossenses. É um grande sonho que está sendo realizado e quero aqui agradecer primeiramente a Deus, que me deu a oportunidade de proporcionar uma obra de tamanha magnitude para a minha cidade e também agradeço a toda a equipe que trabalhou neste projeto. Foram meses de um trabalho num ritmo frenético, com muita garra e muita determinação. Esta é uma vitória de todos nós”, finalizou Pinheiro.

 

Fonte: Prefeitura de Cuiabá

O Instituto Butantan assinou hoje (12) com a empresa norte-americana do setor farmacêutico Merck Sharp and Dhome (MSD) contrato de transferência tecnológica para desenvolvimento e comercialização no exterior de vacina de combate à dengue. O acordo tem pagamento inicial de US$ 25 milhões, o que o coloca como o maior do gênero firmado pela indústria farmacêutica brasileira.

O Butantan poderá receber até US$ 101 milhões, com a conquista de marcos relacionados ao desenvolvimento e à comercialização da vacina experimental da MSD, além de royalties sobre as vendas. Este valor será investido em pesquisa e na produção de vacinas pelo órgão, vinculado à Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo. .

Um apoio não reembolsável no valor de R$ 120 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) permitiu ao Instituto Butantan desenvolver a vacina contra a dengue que está na Fase 3 de pesquisa clínica, isto é, sendo testada em humanos. Essa é a última etapa antes da solicitação de registro. Com o financiamento do banco, o instituto desenvolveu também um processo inovador de liofilização, com patente concedida em diversos países do mundo.

A liofilização transforma a vacina em pó, para ser reconstituída no momento da aplicação. Esse processo reduz o custo de armazenagem, ao mesmo tempo em que facilita seu transporte, beneficiando mais pessoas, especialmente as que moram em regiões mais longínquas.

Retorno de recursos

Segundo informou o BNDES por meio de sua assessoria de imprensa, esse é o primeiro caso de retorno de recursos aplicados pelo programa BNDES Funtec, que dá apoio financeiro não reembolsável a projetos de pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico e inovação executados por instituições tecnológicas. Os recursos totais investidos na produção da vacina contra a dengue pelo Instituto Butantan alcançam R$ 224 milhões, oriundos do BNDES, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Fundação Butantan e Ministério da Saúde.

O contrato com o Instituto Butantan prevê a transferência, para o BNDES, de 5% das receitas obtidas com o acordo, inclusive com a comercialização da vacina que será desenvolvida pela empresa norte-americana MSD no exterior. Por outro lado, a garantia da exclusividade de exploração no Brasil permitirá que a vacina seja disponibilizada gratuitamente à população brasileira pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Aposta da saúde

A vacina desenvolvida no Instituto Butantan é uma grande aposta da saúde em nível mundial, uma vez que está sendo desenvolvida para prevenir os quatro subtipos do vírus da dengue (1,2,3 e 4), relatou a assessoria do instituto. A vacina deverá ser indicada para pessoas de 2 a 59 anos de idade, com eficácia também em pessoas que não tiveram a doença anteriormente.

 

Tão logo essa fase seja concluída, o instituto pedirá registro à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para que ela possa ser disponibilizada à população. De acordo com informação do Instituto Butantan, a Fase 3 do estudo clínico foi iniciada em 2016 e ocorre em 14 centros de pesquisa clínica, distribuídos nas cinco regiões do país. Cerca de 17 mil voluntários participam dos testes.

Dengue

O vírus da dengue é uma das principais causas de doença e morte nas regiões tropicais e subtropicais do mundo, informou o Instituto Butantan. A doença é considerada endêmica em pelo menos 100 países da Ásia, Pacífico, Américas, África e Caribe. Cerca de 2,5 bilhões de pessoas, ou o equivalente a 40% da população mundial, vivem em áreas onde há risco de transmissão da dengue.

A estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que entre 50 milhões a 100 milhões de infecções sintomáticas ocorrem a cada ano no mundo, resultando em até 20 mil mortes, principalmente entre crianças.

O Brasil é considerado um dos países mais afetados pela doença, com milhões de casos nos últimos 10 anos. O maior número de casos foi registrado em 2015, com 1,6 milhão de registros da doença e 863 óbitos, destacou o BNDES. Em 2018, foram contabilizados até agosto mais de 187 mil casos.

*Título alterado para correção de informação. Diferentemente do informado, a vacina não será produzida pelo Butantan, mas com tecnologia do instituto.

 

Fonte: Agência Brasil

O governo federal anunciou hoje (12) a entrega de mil caminhonetes para auxiliar no combate ao mosquito Aedes aegypti. A cerimônia de entrega desses veículos aconteceu no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Michel Temer e do ministro da Saúde, Gilberto Occhi. Segundo o ministro, foram investidos R$ 109 milhões.

“Este é um investimento para a vigilância em saúde. É um veículo que será entregue para esse trabalho, um trabalho contínuo. Todos os estados brasileiros serão contemplados”, disse Occhi. Para a entrega das caminhonetes, será observado o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa). As regiões com maior risco de surto serão priorizadas na distribuição dos veículos.

O LIRAa mostra que, das 27 capitais em todo o país, Palmas, Boa Vista, Cuiabá e Rio Branco estão em risco de surto não apenas de dengue, mas também de zika e chikungunya.

Outras 12 capitais, de acordo com o estudo, registram situação de alerta: Manaus, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Brasília, São Luís, Belém, Vitória, Salvador, Porto Velho, Goiânia e Campo Grande.

O governo também lançou o Sistema Integrado de Controle de Vetores do mosquito Aedes aegypti. A partir do ano que vem o sistema detalhará em tempo real o monitoramento de doenças nos estados e municípios.

 

Fonte: Agência Brasil

O Hospital de Câncer de Mato Grosso lança na próxima quinta-feira (13), às 9h, o livro “A fábrica de confetes coloridos”, de autoria da Enfermeira Facilitadora do Núcleo de Integração de Ensino, Pesquisa e Saúde (Nieps), Evelyn Ottonelli. O livro conta de maneira lúdica o que é a leucemia e seus sintomas. No evento serão distribuídos exemplares gratuitamente às crianças que enfrentam a doença e também às suas famílias.

O projeto apoiado pelo Fundo Social Ouro Verde do Sicredi, conta com a presença do Presidente do Hospital de Câncer de Mato Grosso, Laudemi Nogueira, médicos da  Pediatria do HCanMT e uma equipe Sicredi. Na ocasião, a autora lerá o livro para os presentes.

Além disso, na ocasião será realizada a premiação para a Educação Infantil e Ensino Fundamental do 2º Campeonato de Leitura, que incentiva a leitura e produção de texto com as crianças em tratamento no Hospital. A ação é coordenada pela equipe pedagógica do HCanMT e pelo Espaço da Família do Hospital.

Mais informações pelo telefone: (65) 9-8111-5131 com a Coordenadora do Nieps, Haracelli Leite.

 

Fonte: Olhar Direto

O Instituto Butantan firmou, nesta quarta-feira (12), um acordo de 101 milhões de dólares (cerca de R$ 389 milhões) com a farmacêutica Merck para desenvolver e comercializar uma vacina contra a dengue. Dessa verba, 26 milhões de dólares (R$ 100 milhões) serão pagos antecipadamente. A vacina contra a dengue do Butantan já está sendo testada em humanos, com 17 mil voluntários em todo o país.

Ainda não há previsão de quando a vacina será submetida para aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Essa etapa é necessária para que ela seja disponibilizada à população. Hoje, já existe uma versão da vacina no mercado — produzida pela farmacêutica Sanofi — mas ela é contraindicada para quem já teve dengue e não é disponibilizada no SUS.

Segundo os termos do acordo, o Instituto Butantan deve ser o produtor e comercializador exclusivo dentro do Brasil, inclusive para o SUS. A parceria com a Merck prevê a troca de conhecimento científico entre as entidades — como, por exemplo, dados sobre o estudo clínico. A farmacêutica também está desenvolvendo a própria vacina — ainda na primeira etapa de estudos.

Vacina à brasileira

Para Rosana Richtmann, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas que não participou dos estudos de desenvolvimento da vacina, a nova versão desenvolvida pelo Butantan tem algumas vantagens em relação à que já existe:

ela tem uma única dose, o que facilita a cobertura vacinal. A versão atual é dada em três doses, com seis meses entre cada uma delas;

tem uma boa perspectiva de proteção, de cerca de 80%, para os quatro tipos de vírus; a de agora confere proteção de 66%. Isso acontece porque a nova versão estimula dois aspectos do sistema imunológico: a produção de anticorpos e, também, a dos linfócitos, um outro tipo de célula de defesa;

está sendo testada em pessoas de 2 a 59 anos de idade, o que faz com que proteja uma parte maior da população. A atual é recomendada para pessoas dos 9 aos 45 anos;

pode ser tomada por pessoas que já tiveram ou não a doença.

Richtmann ressalta, no entanto, que esses dados ainda são preliminares, pois os estudos não foram publicados. Ela recomenda cautela com as pesquisas que estão sendo desenvolvidas:

"A gente tem que aguardar. 80% de proteção é considerado muito bom. Dengue é uma doença muito difícil, complexa, porque são quatro tipos de vírus diferentes. A perspectiva é boa, mas [a vacina] ainda não é fato, vai ter que ser bem monitorada. Não temos a resposta ainda", ressalta.

Verbas

O restante do dinheiro do acordo — 75 milhões de dólares, cerca de R$ 289 milhões — deve ser repassado pela Merck ao Butantan à medida que as etapas de desenvolvimento e comercialização da vacina desenvolvida própria farmacêutica sejam concluídas

"Há duas vacinas com a mesma cepa sendo desenvolvidas. O Butantan está tentando fazer da forma mais rápida possível para registrar e comercializar no Brasil; como a Merck é a produtora global, ela tem que seguir a FDA [Food and Drug Administration, espécie de Anvisa americana]", explica Guilherme Leser, diretor de comunicação e relações governamentais da Merck Brasil.

Isso resulta em diferenças técnicas na produção da vacina, como a quantidade de doses em um único frasco. A versão brasileira deve ter várias doses em um mesmo frasco. Isso, explica Leser, facilita a vacinação em massa (nos postos de saúde, por exemplo) e diminui os custos de armazenamento. Já a vacina da Merck, como terá distribuição global, deve conter apenas uma dose por frasco, mais adequada para transportes de longa distância.

Brasil tem queda de até 60% nos casos de doenças do Aedes, mas dengue ainda atinge 193 mil pessoas

Não há perspectiva de que a vacina do Butantan seja comercializada fora do país ou que a da Merck seja vendida aqui no Brasil, afirma Leser, pois o acordo firmado prevê, por enquanto, somente a colaboração científica. A negociação para a parceria, afirma, levou dois anos.

Depois que a vacina da Merck estiver no mercado, o instituto brasileiro também deve receber royalties (espécie de pagamentos por "direitos autorais") da empresa, por ter contribuído no desenvolvimento da vacina.

Além do financiamento da Merck, o Butantan também recebeu R$ 120 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para realizar as pesquisas. Em contrapartida, o Instituto deverá repassar ao Banco 5% das receitas obtidas com a vacina, inclusive com a sua comercialização fora do Brasil (por meio das royalties).

Ao todo, foram R$ 224 milhões investidos na pesquisa, com contribuições, além do BNDES, do Ministério da Saúde, da Fundação Butantan e da Fundação do Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

 

Fonte: G1

Em menos de dois anos da gestão Emanuel Pinheiro, a Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP) reduziu os custos do Hospital Municipal São Benedito em pouco mais de R$ 3 milhões por ano. 

Para se ter ideia, apenas em novembro a diretoria-geral e administrativa da ECSP, na então direção de Oseas Machado, conquistou uma supressão nos contratos dos anestesistas que vai gerar uma economicidade de R$ 50 mil mensais aos cofres do município. 

 

Segundo o diretor, seguindo a premissa de valorização e responsabilidade com o dinheiro público instituídas por Pinheiro em seu plano de governo, os reajustes foram possíveis após extinção de alguns contratos firmados em gestões anteriores e ainda devido a amplas negociações com os atuais prestadores de serviços - o que oportunizou a supressão dos montantes contratualizados.

“Essa redução significativa nos custos é fruto de um amplo trabalho em equipe que iniciou na posse da gestão Emanuel Pinheiro. De lá pra cá, estamos todos imbuídos na premissa de humanizar a Saúde da Capital e fazê-la respeitando o dinheiro público, otimizando-o o máximo possível. Com essa meta, cortamos os gastos considerados excessivos e sentamos com nossos prestadores para avaliarmos a atual conjuntura da Saúde Pública nos âmbitos nacional, estadual e municipal e com isso, rediscutimos valores. Com essa compreensão conseguimos reajustar  muitos serviços ao longo destes quase dois anos e, no último mês, tivemos mais um sucesso, desta vez, com os serviços de anestesia. O diálogo culminou na redução de R$ 400 em cada serviço, um ganho real de R$ 50 mil mês”, enfatizou o diretor. 

Em dezembro do ano passado, considerando a serie histórica, a atual administração já havia reduzido os custos em 12 itens, alcançando precisamente, uma economia de R$ 2.900.593,08 por ano se comparados a 2016. Nos valores pagos por Órteses - aparelhos que servem para alinhar ou regular determinada parte do corpo e Próteses -, utilizadas como substitutas de membros e articulações do corpo e Materiais Especiais (OPME), o município economizou R$1,2 milhão. 

As despesas com a prestação de Serviço Médico Hospitalar em Geral, foram reduzidas em mais de R$ 500.000,00 durante o ano. Pelos exames foram pagos em 2016, R$ 2.386.156,88 e somente R$ 2.086.156,88 em 2017, o que diminuiu a receita em 20,43%, ou seja, R$408.000,00.   Na compra por combustíveis, alugueis de carro e segurança o hospital deixou de gastar R$840.117.58 para pagar apenas R$ 247.927.70. 

Segundo Oseas, a redução de custos não prejudicou a capacidade plena do hospital e ainda contribuiu para o bom funcionamento da unidade no momento em que houve redução de repasses.

“Somos referência em média e alta complexidade para Mato Grosso, outros estados e até países vizinhos, como a Bolívia. E essa redução, especialmente neste momento de dificuldades de repasses, contribuiu para que mantivéssemos o nosso índice de satisfação entre  os pacientes do hospital de 99%. E tudo isso, ultrapassando as metas de para a realização de cirurgias nesses dois anos, atuando como fonte desafiadora do Pronto Socorro e levando humanização em saúde à todos que buscam atendimento na Capital dos 300 anos”, finalizou Oseas Machado.

 

Fonte: Folha Max

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