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A Fundação Oswaldo Cruz e a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin) assinaram hoje (17) acordo para instalação da maior fábrica de vacinas da América Latina. O Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde vai ocupar uma área de 580 mil metros quadrados e terá capacidade de produção de 120 milhões de frascos de vacinas e biofármacos por ano e será instalada em Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro.

 

As vacinas contra meningite, hepatite e tríplice bacteriana, que atualmente são importadas, vão passar a sair do polo. O acordo prevê a construção de nove prédios e a inauguração está prevista para 2023 e deverá gerar 5 mil empregos diretos. O complexo será responsável por toda produção de vacinas da Fiocruz, inclusive a de covid-19, quando esta for aprovada

 

Fonte: Agencia Brasil

 
17 Setembro

O Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado de Mato Grosso (Sindessmat), em razão da repercussão da manifestação da médica Dieyenne Saugo, picada por uma cobra jararaca no dia 30 de agosto em uma cachoeira em Nobres, que afirmou em sua rede social que: "Porque é obvio que eu morreria. Nenhum hospital de Cuiabá tem os mesmos recursos dos hospitais de São Paulo. Meu caso não era grave, era gravíssimo", esclarece que:

A escolha pessoal da paciente não pode balizar a qualificação de nenhuma unidade de saúde de Mato Grosso que investem continuamente para manter altos padrões de atendimento e segurança do paciente, possuindo certificações de qualidade nacionais e internacionais, nos mais altos níveis. Ao mesmo tempo em que lamenta o posicionamento da médica, o Sindessmat reforça o comprometimento dos hospitais privados com o atendimento de saúde de qualidade de todos os mato-grossenses.

Alinhado à era digital-first, o Hospital São Lucas Copacabana, que integra a Rede Ímpar, em parceria com a Fresenius Medical Care, adotou o aplicativo my Companion, um wallet que reúne informações sobre a performance da diálise. Entre as informações estão a eficácia e duração da sessão, monitoramento da pressão arterial, acompanhamento do peso do paciente antes e após a terapia, descrição de toda a medicação prescrita e histórico de resultados de exames. O objetivo é proporcionar menor evasão de tratamentos, fator decisivo para melhora da condição clínica do paciente.

“Sabemos o quanto esse tipo de tratamento é cansativo e envolve esforços do paciente e de seus familiares, além do acompanhamento do médico que o atende. O aplicativo agiliza e facilita esse monitoramento, ao concentrar e permitir que tais informações possam ser acessadas, via celular ou tablet, tanto pelo médico como pelo próprio paciente ou familiar autorizado”, explica Emerson Gasparetto, Chief Medical Officer da Ímpar.

Agilidade e segurança para todas as idades

De acordo com o estudo Saúde Brasil 2018, do Ministério da Saúde, a maior parte dos pacientes em diálise está na faixa etária ente 65 e 74 anos. Pensando nisso, o my Companion foi desenvolvido com interface intuitiva e fácil de usar, para todas as faixas de etárias e níveis de conhecimento tecnológico.

Além da acessibilidade facilitada, o acesso só pode ser feito por meio de um código único e exclusivo para cada paciente, o que garante a segurança e o sigilo dos dados e informações do usuário. “Funciona como um prontuário de bolso que possibilita mais controle do paciente sobre seu tratamento, o que acarreta maior adesão”, avalia Pedro Tulio Rocha, nefrologista e coordenador do Centro de Nefrologia e Diálise do Hospital São Lucas.

Centro de excelência

O Centro de Nefrologia e Diálise, que funciona dentro do Centro de Especialidades do HSLC no Shopping Gávea, é o único no Rio de Janeiro a disponibilizar para todos os pacientes a terapia de hemodiafiltração (HighVolumeHDF®).

“É um tipo de diálise que se assemelha mais a função natural dos rins e possibilita a melhor remoção de toxinas nocivas ao organismo e que não são retiradas de forma completa pelos tratamentos convencionais. Isso reduz os episódios de mal-estar durante e após o tratamento, proporcionando melhor qualidade de vida ao paciente”, ressalta Pedro Tulio Rocha, coordenador do Centro.

 

Fonte: Medicina S/A

 

Com o isolamento social e o medo de comparecer aos serviços de saúde durante a pandemia de covid-19, a cobertura vacinal no Brasil este ano está muito abaixo da meta, com algumas vacinas do calendário básico do Programa Nacional de Imunização (PNI) não atingindo metade do público-alvo esperado.

O alerta foi feito hoje (15) pela Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm), durante o lançamento da campanha #CRIE+proteção, para divulgação dos serviços gratuitos dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Cries).

O presidente da SBIm, Juarez Cunha, apresentou dados do Data SUS referentes a agosto, segundo os quais nenhuma cobertura para crianças até 2 anos atingiu 60% do público-alvo no período. No caso da hepatite B, estava em 45,35%, da poliomielite, em 51,75% na primeira dose e 45,23% no primeiro reforço e, no reforço da tríplice viral, em 44,34%. E apenas 10% das gestantes tomaram a dTpa no mês passado. Essa vacina protege contra difteria, tétano e coqueluche.

Cunha alertou que a falta de vacina pode trazer complicações importantes para a saúde coletiva, no momento em que se discute a reabertura das escolas e o retorno às aulas presenciais para crianças e adolescentes. “Temos vacinas seguras, eficazes e gratuitas e o risco é muito grande se continuarmos com cobertura vacinal tão baixa”, disse o médico. Ele enfatizou que os dados de agosto são preliminares, mas que os números atuais estão na faixa de 60%, o que é muito baixo.

Segundo Cunha, o risco é que todas essas doenças, que estão eliminadas ou controladas, podem retornar, principalmente com o retorno da mobilidade de toda a população e o retorno às aulas. “É muito importante que todas as crianças estejam com a vacinação em dia”, afirmou.

Ele Lembrou que, no ano passado, não se atingiu a meta em nenhuma vacina para até 2 anos, com praticamente todas ficando abaixo dos 85%.

Hesitação

A vice-presidente da SBIm, Isabella Ballalai, ressaltou que, desde 2017, a cobertura vacinal vem caindo, com o aumento do movimento de “hesitação ante a vacina”, o que levou o país ao retorno, por exemplo, do sarampo, com 18 mil casos em 2018, 10 mil em 2019 e ter registrado quase 8 mil casos este ano, apesar da pandemia e do isolamento social.

Para Isabella, é preciso se orgulhar do PNI: “o brasileiro confia na vacina, isso se repete nas pesquisas, mas por conta de todos esses fatores da hesitação, registramos este ano mais de 7 mil casos de sarampo. Como estaria o sarampo se não estivéssemos trancados em casa? O que pode acontecer com a poliomielite com uma cobertura vacinal em crianças menores de 1 ano agora em torno de 50%? Essa doença pode voltar, como voltou o sarampo.”

 

O médico e divulgador científico Dráuzio Varella, que apresenta a campanha dos Cries, disse que a expectativa de vida no país mais do que dobrou no último século, passando de 35 anos em 1900 para 76 anos atualmente. Varella afirmou que a vacinação é responsável por boa parte desse avanço, ao lado do saneamento básico e das melhores condições de higiene, e condenou veementemente os movimentos contrários à vacinação.

“Você faz o que quiser da sua vida, mas fazer uma propaganda para convencer as pessoas a não levar o filho para vacinar é crime, não tem outra palavra. Você não teve poliomielite porque seus pais o vacinaram. E agora você nega esse recurso para os seus filhos? A gente deveria ter leis muito severas contra esses grupos.”

De acordo com a médica do Crie Martha Lopes, o programa de vacinação brasileiro, criado em 1973, é o maior do mundo e foi responsável pela eliminação da poliomielite no país desde 1994 e da rubéola desde 2015.

 

 

Fonte: Agencia Brasil

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou ampliar para 10 mil pessoas o número de participantes dos testes com a vacina de Oxford no Brasil. Inicialmente os testes no país previam a participação de 5 mil pessoas.

A vacina recebeu este nome por ser desenvolvida em um consórcio com pesquisadores da universidade inglesa de Oxford. O laboratório por trás dos testes é o também britânico AstraZeneca.

Além do acordo para aquisição e fabricação do imunizante no país, o Brasil é uma das nações onde os testes estão sendo realizados. A instituição responsável por conduzir as análises com voluntários brasileiros é a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Até o momento, os testes eram realizados em São Paulo, no Rio de Janeiro e na Bahia. Com a ampliação do número de participantes, o imunizante será testado também no Rio Grande do Sul e no Rio Grande do Norte.

A agência reguladora permitiu também que o consórcio amplie a faixa etária dos participantes do ensaio clínico. Com isso, serão incluídos entre o rol de voluntários pessoas com idades acima de 69 anos.

Acordo

O governo federal fechou um acordo para a aquisição de insumos visando a fabricação da vacina no Brasil. Pelo plano inicialmente adotado, seriam adquiridos princípios ativos para 30 milhões de doses até o início do ano que vem e a transferência de tecnologia para a fabricação pela Fundação Oswaldo Cruz de mais 70 milhões de unidades do imunizante no ano que vem.

Há uma semana, o laboratório AstraZeneca suspendeu os testes com a vacina, em razão de reações adversas em um voluntário na Inglaterra. No sábado (12), a Autoridade Sanitária do Reino Unido autorizou a retomada dos testes e ontem o estudo recomeçou também no Brasil.

 

Fonte: Agencia Brasil

 

A maior e mais complexa infraestrutura científica do país, o Sirius, acelerador síncroton do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP), está sendo utilizado por pesquisadores desde o início de setembro para estudar cristais de proteínas do novo coronavírus.

Uma equipe de cientistas da Universidade de São Paulo (USP) está analisando mais de 200 amostras de cristais de proteínas de Sars-Cov-2, buscando, com o acelerador de partículas, elucidar as estruturas moleculares fundamentais para o ciclo de vida do vírus.

De acordo com o centro, o objetivo dos pesquisadores da universidade é conseguir compreender os mecanismos de ligação dessas proteínas a substâncias que podem inibir suas atividades, interferindo no ciclo de vida do vírus, o que possibilitaria a criação de novos medicamentos antivirais de ação direta.

“Para buscarmos ligantes que podem se conectar às proteínas do vírus, inibindo a sua atividade, precisamos de uma fonte de luz síncrotron. Neste sentido, o Sirius passa a ser um salto quântico para a comunidade de cristalografia brasileira”, disse o coordenador da pesquisa, o professor Glaucius Oliva.

Segundo o centro de pesquisa, os dados coletados no Sirius possibilitam aos pesquisadores identificar o posicionamento de cada átomo da proteína e assim verificar em quais pontos exatos ocorrem a ligação a outras substâncias.

Dentre as proteínas estudadas pela USP, está a endoribonuclease viral NSP-15, que tem funções ainda não totalmente compreendidas pelos cientistas. A principal hipótese é que ela seja usada pelo novo coronavírus para driblar o sistema imune das células. Também estão sendo estudadas as proteínas NSP-3 e NSP-5, ambas com importante papel na replicação e transcrição do material genético do vírus.

 

Fonte: Agencia Brasil

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