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De acordo com o documento, uma parte do valor R$ 970.247.05 foi paga ao FMS de Cuiabá e será repassada a quatro hospitais da Capital: Hospital do Câncer de Mato Grosso R$ 307.562,13, Hospital Geral Universitário R$ 307.562,13, Hospital Santa Helena R$ 307.562,13 e Instituto Lions da Visão R$ 47.561,15.

 

A segunda parte do montante, que equivale a R$ 307.562.13, foi transferida ao FMS de Rondonópolis e será repassada, integralmente, ao Hospital Santa Casa Rondonópolis.

 

O setor financeiro da SES-MT confirmou que os valores já foram pagos. Além disso, foi informado que os repasses de verbas estão normalizados e não há nenhuma parcela em atraso. Além de garantirem a prestação de serviços de saúde à população da Capital e do interior do Estado, os recursos repassados aos hospitais são provenientes do FEEF-MT, em cumprimento à Lei 10.709, de 28 de junho de 2018.

 

Fonte: Plantão News

Pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que sofrem de esclerose múltipla e fazem uso da substância betainterferona-1A subcutânea, produzida pela empresa Merck, receberam em 2019 mais de 476 mil seringas desse medicamento com embalagem do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz).

A distribuição gratuita do remédio pelo SUS com embalagem de Bio-Manguinhos é uma das etapas do processo de transferência de tecnologia resultante da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), estabelecida pelo governo federal em 2015 pela Bio-Manguinhos, Merck e Bionovis. Quando o acordo foi firmado, a estimativa de economia aos cofres públicos era de R$27 milhões, em 7 anos.

A parceria prevê que o medicamento será totalmente produzido no Brasil, a partir da transferência do princípio ativo da Merck para Bio-Manguinhos e Bionovis, em prazo de dez anos, a partir da assinatura do acordo, isto é, até 2025. Apesar de a betainterferona-1A continuar sendo fabricada pela Merck sob o nome comercial Rebif, com destino ao mercado privado, a distribuição para o SUS ocorre desde março deste ano em nova embalagem.

Até o momento, o Ministério da Saúde entregou 68.520 seringas de 22 mcg (microgramas) de bateinterferona 1A e 407.636 seringas de 44 mcg. De acordo com a vice-diretora de Qualidade de Bio-Manguinhos, Rosana Cuber, a próxima entrega da medicação, vai depender da demanda. "O ministério fica com esse medicamento em estoque".

Custo no mercado

Rosane conta que, como o instituto é um laboratório público, o objetivo é produzir e oferecer produtos para o SUS. "Ele é um medicamento do componente especializado. Não é um medicamento barato, não", disse. Fora do SUS, o preço desse medicamento no mercado varia de R$ 10.980 a R$ 11.900, para embalagem com 12 seringas de 22 mcg, e de R$ 11.900 a R$ 13.418, para embalagem de 12 seringas de 44 mcg.

O remédio é de uso semanal, mas dependendo de cada paciente, o médico pode receitar mais de uma dose por semana. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil tem hoje, aproximadamente, 35 mil mil pacientes com esclerose múltipla, dos quais 16 mil são tratados pelo SUS.

No Brasil, para ter direito a receber o medicamento gratuitamente, os pacientes têm de ser cadastrados pelas assistências farmacêuticas. A betainterferona-1A faz parte dos medicamentos especiais de alto custo considerados Componentes Especiais da Assistência Farmacêutica (Ceaf).

Segundo Rosane, quando o paciente tem o diagnóstico de esclerose múltipla, ele recebe uma prescrição médica para o remédio e, de acordo com a necessidade, têm uma frequência distinta para retirar a medicação na farmácia especializada dos estados. "A prescrição fica presa na farmácia. O Ministério da Saúde faz esse controle a partir do cadastro desses pacientes. Aí, eles recebem, na periodicidade definida, qual é a apresentação – se é de 22 mcg ou de 44 mcg –, e a frequência que vão pegar".

Registro próprio

A vice-diretora de Qualidade explicou que a Parceria para o Desenvolvimento Produtivo prevê o registro do medicamento pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com o nome Rebif, pela Merck, e com o nome Betainterferona 1-A, por Bio-Manguinhos. "Então, a gente tem o nosso registro porque passa a incorporar etapas produtivas nacionais. Ele muda de nome por conta disso".

A esclerose múltipla, ou EM, é uma doença crônica, inflamatória, do sistema nervoso central, incapacitante, que afeta cerca de 2,3 milhões de pessoas no mundo, com maior incidência em adultos jovens. Os sintomas mais comuns incluem visão turva, dormência ou formigamento dos membros e problemas com força e coordenação. As formas reincidentes de EM são as mais comuns.

 

Fonte: Agência Brasil

Em um informe divulgado nesta quarta-feira (22), em Genebra, na Suíça, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que ao menos 5 bilhões de pessoas em todo o mundo convivem com os riscos de desenvolver doenças associadas ao uso das gorduras trans industrial. Segundo a entidade, o ingrediente industrial causa cerca de 500 mil mortes a cada ano.

Presentes principalmente - mas não só - em produtos industrializados como sorvetes, margarina, cremes vegetais, batatas fritas, salgadinhos de pacote, bolos, biscoitos e gorduras hidrogenadas, as gorduras trans são um tipo de gordura que se forma por um processo natural ou industrial que transforma óleos vegetais líquidos em gordura sólida. Usadas para melhorar a consistência dos alimentos e para aumentar o prazo de validade de alguns produtos industriais, as gorduras trans podem causar o aumento do colesterol total e do colesterol ruim (LDL).

Segundo a OMS, alguns países estão adotando medidas para restringir o uso das gorduras trans, mas é preciso fazer muito mais. “O impulso para a eliminação global da gordura trans produzida industrialmente está crescendo, com quase um terço da população mundial já protegida, em 28 países”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

“Mas mais de dois terços da população mundial ainda carece de proteção contra a gordura trans industrial em seus alimentos”, acrescentou Ghebreyesus, afirmando que a OMS está pronta para apoiar as Nações em seus esforços para eliminar as gorduras trans.

De acordo com a organização, o Brasil figura ao lado de outros 25 países que adotam medidas para incentivar os consumidores a fazer escolhas mais saudáveis em relação aos alimentos e bebidas industrializadas. Estão nesse grupo de países que, segundo a OMS, promovem uma dieta saudável a fim de prevenir a obesidade e doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) relacionadas à má alimentação Bélgica, China, Espanha, França, Suécia, Reino Unido, entre outros, como os sul-americanos Bolívia, Paraguai e Uruguai.

O monitoramento global indica que são os países com maior renda são os que têm liderado os esforços políticos para que as gorduras trans sejam erradicadas. Nenhum país de baixa renda e apenas três países de renda média-baixa (Índia, Quirguistão e Uzbequistão) têm políticas anti-gorduras trans.

Eliminar esses ingredientes da produção industrial de alimentos é uma das prioridades da OMS e uma das metas do programa geral que norteia as ações a serem desenvolvidas pela organização até 2023. Este mês, a OMS apresentou, em seu site, uma série de medidas para orientar os governos, a indústria e a sociedade a substituir as gorduras trans por componentes mais saudáveis. Entre as medidas propostas estão a reformulação, pela indústria alimentícia, das receitas de produção.

No site do Ministério da Saúde também é possível acessar uma cartilha, o Guia Alimentar para a População Brasileira, lançado em 2014, com dicas e recomendações para uma alimentação saudável, saborosa e balanceada.

 

Fonte: Agência Brasil

Cerca de 19% dos médicos brasileiros que entraram no Mais Médicos desistiram de participar do programa até o mês de maio. Dados obtidos pelo G1 junto ao Ministério da Saúde mostram que 1.325 profissionais com registro profissional brasileiro se desligaram do Mais Médicos até agora.

O número de desistências cresceu 25% em relação ao balanço anterior, que indicava 1.052 médicos desistentes nos três primeiros meses do ano.

Mais Médicos

8.5178.517

7.1207.120

1.3251.325

Vagas abertas

Vagas preenchidas

Desistências até agora

0

10k

2,5k

5k

7,5k

Vagas abertas

8.517

Após a saída de Cuba do programa, em novembro, um edital foi aberto para preencher as 8.517 vagas deixadas pelos cubanos no Mais Médicos. No total, 7.120 vagas foram preenchidas por médicos formados no Brasil.

Cuba decide deixar programa Mais Médicos no Brasil e cita declarações 'ameaçadoras' de Bolsonaro

Em um novo edital, publicado em dezembro, as 1.397 vagas remanescentes foram oferecidas a médicos brasileiros formados no exterior. O Ministério da Saúde alega que não há desistências nesse grupo: todos concluíram o módulo de acolhimento obrigatório e foram direcionados aos municípios escolhidos durante o edital.

Diversos municípios brasileiros convivem com a ausência de médicos nos serviços de saúde desde a saída dos profissionais cubanos. Na Grande São Paulo, por exemplo, 19 cidades somam 106 vagas ociosas por conta da saída dos cubanos.

Novo edital

Na segunda-feira (13) o Ministério da Saúde lançou um novo edital do Programa Mais Médicos. O objetivo é contratar pelo menos 2 mil médicos que devem atuar em 790 municípios considerados carentes ou de difícil acesso, onde vivem cerca de 6 milhões de pessoas.

Os profissionais com registro profissional brasileiro devem se inscrever entre os dias 27 e 29 de maio no site do programa. Caso haja vagas remanescentes, as oportunidades serão estendidas, em um segundo chamamento público, aos profissionais brasileiros formados em outros países.

Até o momento, 36 municípios já foram contemplados pelo novo edital. A seleção de cidades ainda pode mudar já que, nesta primeira fase do edital, os municípios precisam renovar ou aderir e, em seguida, validar a participação no programa e o número de vagas ofertadas.

Reformulação do Mais Médicos

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, já afirmou que novas ações para o Mais Médicos estão em análise. Em entrevista ao G1, em fevereiro, Mandetta disse que o programa seria "reformulado".

Em nota enviada nesta quarta-feira (22), o Ministério da Saúde afirma que, neste momento, a priorização de atendimento médico é para os municípios com maior vulnerabilidade social.

"Um novo programa para ampliar a assistência na Atenção Primária está sendo elaborado e será divulgado em breve", informa o Ministério da Saúde.

Cronologia do Mais Médicos

Em julho de 2013, governo federal cria o programa Mais Médicos para fixar profissionais em regiões mal atendidas

Em novembro de 2018, Cuba anuncia saída do programa

No mesmo mês, governo publica edital com as vagas. 8.517 vagas foram abertas

No primeiro edital, todas as vagas foram ofertadas aos médicos com registro no CRM do Brasil

Em dezembro de 2018, um segundo edital foi lançado para preencher 1.397 vagas remanescentes com brasileiros formados no exterior

Em janeiro de 2019, os médicos brasileiros começaram a se apresentar aos municípios

No começo de março de 2019, os médicos formados no exterior iniciam a fase de acolhimento obrigatória

No início de maio de 2018, um terceiro edital é lançado com 2.000 vagas para municípios vulneráveis

 

Fonte: G1

Audiência de conciliação realizada na última sexta-feira (17) é relativa aos valores de 2018

O Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado de Mato Grosso (Sindessmat) participou na última sexta-feira (17) da audiência de conciliação em relação ao dissídio dos profissionais de enfermagem, representados pelo Sindicato dos Profissionais de Enfermagem do Estado de Mato Grosso (Sinpen-MT). Na audiência, que aconteceu no Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, foi acordado o reajuste salarial referente ao ano de 2018, de 2,5%.

De acordo com os termos do acordo os valores poderão ser pagos em até seis parcelas na forma de abono, a partir de junho e serão retroativos ao período 01 de março de 2018 a 28 de fevereiro de 2019. O reajuste de 2,5% é para os que recebem o piso e também acima piso da categoria, e o mesmo índice será aplicado na cesta básica.

A diretora executiva do Sindessmat, Patrícia West falou sobre a importância do acordo firmado com o Sinpen-MT. “Não tínhamos acordo vigente com os profissionais de enfermagem de Mato Grosso desde 2018, é um passo importante para ambos os lados. A próxima etapa é lançar os termos no sistema mediador na Convenção Coletiva e disponibilizar o mais rápido possível para o fechamento da folha já em junho”, destacou.

No Brasil, o número impressionante de cerca de 100 mil mortes por ano causadas por AVC (acidente vascular cerebral) indica apenas parte do problema. Além disso, o derrame, como é conhecido popularmente, também é a primeira causa de incapacidade no país. As pessoas sabem que um estilo de vida saudável tem papel crucial para prevenir a doença, mas o que pode fazer diferença na recuperação de um paciente que sofreu AVC?

Esse era o assunto da palestra a que assisti na última quinta-feira no Rio, dada por Gerard Francisco, diretor médico do Memorial Hermann Rehabilitation Network e professor da Universidade do Texas. Nos Estados Unidos, a cada 40 segundos uma pessoa sofre derrame e uma morre a cada quatro minutos. O campo de atuação do doutor Francisco é o tratamento da espasticidade pós-AVC – traduzindo para nós, leigos, trata-se da rigidez que acomete os músculos neste quadro.

Gerard Francisco, diretor médico do Memorial Hermann Rehabilitation Network e professor da Universidade do Texas — Foto: Divulgação Gerard Francisco, diretor médico do Memorial Hermann Rehabilitation Network e professor da Universidade do Texas — Foto: Divulgação

Gerard Francisco, diretor médico do Memorial Hermann Rehabilitation Network e professor da Universidade do Texas — Foto: Divulgação

Cerca de 40% dos pacientes desenvolvem espasticidade e ele enfatiza que iniciar na hora certa a aplicação de toxina botulínica, o conhecido botox da dermatologia estética, previne uma série de complicações. “Uma de minhas preocupações é o momento adequado no qual devemos iniciar o tratamento. Estudos mostram que uma intervenção mais precoce pode reduzir danos”, afirma. Esta é uma sequela comum em quem sofre doença neurológica que provoque lesões de células do sistema nervoso responsáveis pelo controle dos movimentos voluntários. A toxina botulínica já é empregada há 30 anos. Aprovada pela Anvisa desde 1992, o procedimento faz parte do SUS e está incluído na cobertura dos planos de saúde.

O que o professor Francisco ressalta é a importância de a aplicação do botox ser feita num prazo que maximize seus benefícios. “A espasticidade dificulta a recuperação das funções. A rigidez dos músculos chega a um patamar que prejudica o trabalho do fisioterapeuta, que não consegue realizar os exercícios necessários. Depois de tratar a espasticidade, melhoram as chances de êxito para a fisioterapia, por isso é indispensável combinar a toxina com a estimulação e a reabilitação motora. Ao contrário do que pacientes e familiares às vezes pensam, essa rigidez não significa força, na verdade mascara a fraqueza”, explicou.

Ele citou casos como o da pessoa que fica com o punho tão cerrado que não consegue fazer a higiene da mão; ou aquela que não consegue baixar o cotovelo e fica impedida de vestir uma camisa. Em sua apresentação, lembrou que, depois de dez dias do AVC, é comum que a rigidez ocorra; no entanto, quando esta acontece quatro semanas depois do episódio, aumenta a probabilidade de ser severa. Sobre o momento certo de intervir, contou que a aplicação mais precoce de toxina que fez foi num indivíduo que havia sofrido derrame apenas três semanas e meia antes. “A espasticidade tem um pico depois do AVC e é importante a observação de sinais de rigidez para atuarmos prontamente inclusive no manejo da dor”, acrescentou

O botox pode ser ministrado em qualquer músculo do corpo afetado pela rigidez e o medicamento começa a agir em 72 horas. A melhora surge, em média, em 15 dias e atinge seu pico em um mês – normalmente são feitas aplicações a cada três meses. O neurologista Flavio Henrique Rezende Costa, professor adjunto da UFRJ e neurologista do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, participou do evento e lembrou que o botox começou a ser utilizado, na década de 1970, para casos de estrabismo: “só depois a toxina botulínica passou a ser empregada para fins estéticos e na área da neurologia. Trata-se de uma substância que vem se renovando e costumo dizer que a versão 3.0 do botox é o uso nos casos de espasticidade e em distúrbios do movimento presentes em doenças neurológicas”.

 

Fonte: G1

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