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Webinar exclusivo para associados da Anahp reuniu especialistas para discutir o tema e compartilhar experiências

Na última quinta-feira (30/06), a Associação Nacional dos Hospitais Privados – Anahp, por meio de seu Grupo de Trabalho (GT) de Proteção Hospitalar, promoveu o webinar Incêndios em ambientes hospitalares: É possível mitigar riscos?, exclusivo para associados. O evento reuniu representantes de 60 hospitais, totalizando mais de 200 participantes. Diante da pergunta do tema, Jessé Teixeira, coordenador de Segurança Patrimonial do Hcor, hospital que já enfrentou um incidente relevante nessa área, garantiu que, “com exceção dos eventos naturais, todos os outros riscos podem ser mitigados”.

Marcos Kahn, engenheiro eletricista de Segurança do Trabalho e autor do manual de prevenção de incêndio da Anvisa, destacou que as estatísticas sobre a ocorrência de incêndios em serviços de saúde no Brasil são precárias e os dados indicam clara subnotificação. Mesmo assim, os números disponíveis mostram uma situação muito mais grave do que em outros países mais avançados na prevenção, sobretudo em termos de consequências, como o número de mortes. “Incêndios acabam acontecendo, mas a extensão dos danos vai depender do quanto a organização está preparada”.

Dov Smaletz, gerente de Segurança do Hospital Israelita Albert Einstein e coordenador do GT da Anahp, mostrou que, de acordo com o relatado pela imprensa, ocorreram 102 incêndios em hospitais no país desde 2019. Ele detalhou que, diferentemente do que acontece nos Estados Unidos, onde a maioria dos eventos começa na cozinha, o principal foco no Brasil é elétrico, principalmente curto-circuito. E ainda existem causas mais primárias, como uma ponta de cigarro ou faísca de solda.

José Ribeiro de Vasconcelos Filho, diretor de Segurança da Rede D’Or, revelou que recebe dezenas de notificações de indícios de incêndio nos hospitais do grupo mensalmente, todas verificadas e controladas de imediato. Ele ressaltou, aliás, que esses comunicados são fundamentais para o planejamento e a prevenção. “Até o alarme falso é importante para avaliar e aprimorar os processos”, ensinou.

Todos os especialistas concordaram que o principal para a mitigação é a conscientização e o treinamento. Victor Hugo Caldas, engenheiro de Segurança do Trabalho do Hospital São Lucas Copacabana, que também já enfrentou um incêndio, afirmou que as simulações são fundamentais. “Nada do que aconteceu naquele dia foi novidade para o nosso pessoal. Todas as situações já haviam sido treinadas”, lembrou. E o que saiu um pouco fora do esperado, continuou, foi rapidamente contornado por haver uma “cultura de segurança” no hospital.

Nesse sentido, Marcos Marzano, coordenador nacional de Prevenção a Incêndio da Rede D’Or, destacou o protagonismo dos líderes para “disseminar normas e políticas internas” e a importância de a organização ter um projeto de “educação continuada, com ações rotineiras”. “Não bastam treinamentos periódicos”, ressaltou. Teixeira, do Hcor, completou com a necessidade de “processos bem definidos desde a alta liderança até a ponta” e com todos sabendo exatamente o seu papel e o que deve ser feito.

 

Além disso, Vasconcelos, da Rede D’Or, salientou o valor da infraestrutura adequada, com espaços bem planejados para situações de emergência e sinalização de acordo com as normas de segurança. O engenheiro Kahn acrescentou que a arquitetura deve ser voltada para a prevenção, com a “construção em caixinhas para evitar que o fogo e a fumaça passem de um compartimento para outro”. Isso é fundamental, disse, “porque a natureza dos serviços de saúde impede uma evacuação completa sem danos”. Teixeira, do Hcor, explicou que a tecnologia qualifica as informações e permite respostas mais rápidas. Martins, do São Lucas Copacabana, completou com a necessidade de as equipes de segurança conhecerem o hospital “como a palma da mão”, e de ter atenção aos detalhes. “Nada é bobagem. O extintor tem que estar no lugar e a mangueira tem que estar pronta”, afirmou.

Evelyn Tiburzio, diretora técnica da Anahp, informou que a mitigação dos riscos de incêndio é “um tema estratégico que a Anahp tem obrigação de colocar em pauta”. Daniel Teixeira, gerente de Segurança e Serviços do Hospital Sírio-Libanês e também coordenador do GT de Proteção Hospitalar da Anahp, concordou que o tema é amplo e recorrente e que provavelmente a associação vai promover novas discussões sobre o assunto.

 

Fonte: Anaph

 

Um acordo de Cooperação Técnica entre a Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) e a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), do Ministério da Saúde, publicado no Diário Oficial da União neste mês, pretende proporcionar às mulheres indígenas, de 25 a 64 anos, condições de agilizar os exames Papanicolau que detectam precocemente o câncer de colo de útero.

Até 2030, a Organização Mundial da Saúde (OMS) pretende erradicar o câncer de colo de útero globalmente. “O Brasil está distante de alcançar esse prognóstico favorável, apesar de essa ser uma doença evitável, por isso laboratórios associados à SBP que agilizam a análise dos exames coletados são bem-vindos”, diz a médica patologista Katia Leite, presidente da SBP.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2020, foram 16.590 casos de câncer de colo de útero no Brasil. Em 2019, 6.596 mulheres morreram vítimas da doença. Além disso, o câncer de colo de útero é mais incidente na região Norte com 26,4 casos por 100 mil habitantes.

A população feminina indígena atendida pela parceria SBP e SESAI abrangerá 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), assistidas pelo Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SASISUS), que abrange populações em áreas de Alagoas (AL), Sergipe (SE), Amapá (AP), Altamira e Norte do Pará (PA), Alto Rio Juruá (AC), Alto Rio Purus (AC e AM), Alto Rio Negro (AM), Alto Rio Solimões (AM), Araguaia (GO e MT), Bahia (BA), Ceará (CE), Minas Gerais (MG), Espírito Santo (ES), Interior Sul (SP, PR, SC e RS), Vale do Javari (AM), Kayapó (PA e MT), Leste de Roraima (RR), Litoral Sul (RJ, SP, PR, SC, RS), Manaus (AM), Guamá-Tocantins (PA), Maranhão (MA), Mato Grosso do Sul (MS), Médio Rio Purus (AM), Parintins (AM, PA), Pernambuco (PE), Porto Velho (RO e AM), Potiguara (PB), Cuiabá (MT), Rio Tapajós (PA), Médio Rio Solimões e Afluentes (AM),Tocantins (TO), Vilhena (RO e MT), Xavante (MT), Parque Indígena do Xingú (MT) e Yanomami (RR, AM).

Iniciativa

 

O início dessa parceria entre a SBP e Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) começou em 2021, quando um projeto-piloto, envolvendo ambas as entidades, teve como foco a região Norte do Brasil. Na ocasião, foram coletadas duas mil amostras de Papanicolau entre as mulheres indígenas das aldeias atendidas por 19 DSEI.

O sucesso desse projeto-piloto motivou a SESAI a estender o Acordo com a SBP por mais um ano, desta vez, com a ampliação do número de Distritos indígenas beneficiados. “Trata-se de profissionais sérios, interessados no atendimento apropriado às populações indígenas. Concordamos na continuidade e em ampliar o atendimento”, explica Katia Leite

A coleta é realizada por agentes de saúde nos próprios SESAIs, unidades de atendimento, que as enviam aos laboratórios voluntários para a análise dos exames citológicos, gratuitamente. Hoje essa rede é composta por 13 laboratórios participantes nas principais regiões do Brasil. “Depois fazemos a leitura e enviamos os laudos de volta num período curto, entre 15 a 20 dias”, acrescenta a médica patologista. No caso de resultados positivos para câncer de colo de útero, existe o compromisso e a garantia que as mulheres serão encaminhadas para tratamento hospitalar, como ocorreu em 2021, quando as mulheres indígenas foram atendidas no hospital de Manaus (AM).

 

Fonte: Medicina S/A

 

A Health Meds, indústria farmacêutica brasileira especializada em produtos à base de canabinoides, está lançando o Programa Confiar, uma iniciativa de compartilhamento de risco para o tratamento da epilepsia farmacorresistente na infância. Essa forma grave da doença se caracteriza por convulsões resistentes aos tratamentos farmacológicos e provoca atraso no desenvolvimento neurológico e psicomotor das crianças.

O Programa Confiar prevê inicialmente o monitoramento de 50 pacientes com crises convulsivas, selecionados por neurologistas, durante 12 semanas a partir do início do tratamento com canabidiol. Uma vez que o paciente se enquadra nos critérios clínicos específicos, após o consentimento legal, inicia-se o período de avaliação, que incluiu registros diários dos episódios de crises convulsivas e suporte para esclarecer dúvidas e relatos sobre possíveis eventos adversos. No final do período o médico elaborará um laudo sobre o tratamento. Caso a melhora desejada não tenha sido alcançada nos critérios do estudo de referência, a Health Meds devolverá integralmente o valor do tratamento.

“Esperamos um controle das crises convulsivas de em média 40% para os pacientes que atingirem a dose adequada de canabidiol e poderemos observar também se houve redução na dosagem ou no uso de outros medicamentos utilizados por estes pacientes. A iniciativa tem base na literatura médica e estamos certos da segurança e da eficácia das nossas formulações. No momento, temos pacientes em diferentes fases no Programa Confiar, alguns já iniciaram o tratamento e outros estão em fase de inclusão, mas a expectativa é de que ele esteja finalizado até dezembro”, diz o neurologista Flávio Rezende, professor do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa.

 “Esta iniciativa é uma nova forma na relação da indústria farmacêutica não só com pacientes e médicos, mas também com os gestores da saúde suplementar e pública. Essa questão tem sido muito discutida, mas pouco aplicada no mundo inteiro quando falamos de novas terapias e tratamentos com um custo mais elevado. Isso vai nos gerar dados farmacoeconômicos que nos permitirão também demonstrar os benefícios econômicos do tratamento. Acreditamos que esse projeto piloto com dados da realidade e utilização no Brasil é o primeiro passo para a incorporação do canabidiol no tratamento da epilepsia farmacorresistente na infância nos sistemas de saúde público e suplementar”, diz Eduardo Rydz, diretor de Acesso da Health Meds.

Entenda a epilepsia grave também conhecida com epilepsia farmacorresistente

A epilepsia é um transtorno do cérebro caracterizado por uma predisposição duradoura a crises epilépticas com consequências neurobiológicas, sociais, cognitivas e psicológicas. Entre as causas estão lesões congênitas (como malformações cerebrais) ou adquiridas, como as decorrentes de causas como, por exemplo, batida forte na cabeça (geralmente com sangramento intracraniano), infecção (meningite, encefalite, neurocisticercose), abuso de bebidas alcoólicas, drogas, entre outras. Também é comum a existência de epilepsias sem causa conhecida.

 

As síndromes de Dravet e de Lenox Gastaut são duas formas raras e graves de epilepsia com origem na infância e se caracterizam por convulsões resistentes aos tratamentos farmacológicos com atraso do desenvolvimento neurológico e psicomotor das crianças.

Estudos científicos

Um estudo duplo-cego controlado por placebo e conduzido em 30 centros clínicos, contemplou 225 pacientes com síndrome de Lennox-Gastaut, com idades entre 2 e 55 anos, que apresentavam duas ou mais crises convulsivas por semana. Publicado na The New England Journal of Medicine, em 2018, o trabalho demonstrou que os pacientes que receberam a solução oral de canabidiol, em doses diárias de 10 mg ou 20 mg por quilograma, durante 14 semanas, tiveram maior redução da frequência das crises convulsivas (37,2% e 41,9%, respectivamente) quando comparados ao grupo placebo (17,2%).

Já outro estudo publicado no mesmo periódico científico, em 2017, com pacientes com síndrome de Dravet, mostrou que a média de crises convulsivas por mês diminuiu de 12,4 para 5,9 com a solução oral de canabidiol (20 mg por quilograma de peso corporal por dia). O estudo contemplou 120 crianças e adultos jovens com a síndrome de Dravet que apresentavam convulsões resistentes aos medicamentos farmacológicos.

Entenda os Canabinoides

Os canabinoides possuem mais de 480 substâncias químicas, sendo que 150 destes compostos, denominados fitocanabinoides, são os mais estudados, como o THC (Tetrahidrocanabinol), o CBD (Canabidiol) e o CBG (Canabigerol). Eles são capazes de ativar receptores canabinoides (CB1 e CB2) em diversos tecidos dos nervos periféricos, Sistema Nervoso Central (SNC) e sistema imunológico. Esse funcionamento é responsável por uma série de funções fisiológicas, incluindo a memória, o humor, o controle motor, o comportamento alimentar, o sono, a imunidade e a dor.

Com base em estudos variados em fase II, fase III ou observacionais, as principais indicações para o uso de produtos de cannabis são ansiedade, demência com agitação, distúrbios do sono secundários a doença neurológica, doença de Parkinson (sintomas não-motores), dor crônica, epilepsia farmacorresistente, esclerose múltipla (sintomas urinários, dores, espasticidade), esquizofrenia, síndrome de estresse pós-traumático e Síndrome de Tourette.

 

Fonte: Medicina S/A

 

O Instituto Mato Grosso Saúde e o Hospital São Mateus assinaram, nesta sexta-feira (01.07), um contrato de parceria que torna o hospital o mais novo credenciado da rede de assistência à saúde dos servidores públicos do Estado, beneficiando diretamente os quase 18 mil conveniados ao plano MT Saúde.

O Hospital São Mateus dispõe de uma das infraestruturas mais modernas do Centro-Oeste brasileiro, equipamentos de última geração para proporcionar as melhores condições de trabalho ao corpo clínico.Também é dotado de profissionais capacitados para oferecer atendimento especializado, como cirurgias em geral e de alta complexidade, tais como a cardíaca e ortopédica, entre outras especialidades como oncologia e geriatria.

Com foco em expansão, o convênio possui cerca de 450 prestadores de serviços entre hospitais, clínicas, laboratórios e médicos de diversas especialidades, amplo rol de cobertura assistencial e mensalidades com valores abaixo da média de mercado, além de ofertar serviços de teleconsulta e pronto atendimento digital 24 horas.

Saiba mais em www.mt.gov.br

 

 Unimed Cuiabá volta a reter pagamento aos prestadores de serviço e ameaça saúde privada na capital

 Estabelecimentos que prestam serviços aos clientes da cooperativa médica receberam em média 30% do valor total devido

Em mais um episódio de não pagamento do valor integral aos estabelecimentos prestadores de serviços, a Unimed Cuiabá coloca mais uma vez em risco o atendimento aos seus clientes. Em Assembleia Geral Extraordinária realizada no Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado de Mato Grosso (Sindessmat) os prestadores de serviço da Unimed Cuiabá informaram que receberam em média 30% do valor referente aos serviços prestados.

Como legítimo representante dos estabelecimentos de serviços de saúde de Mato Grosso, o Sindessmat enviou ofício a presidência, ao conselho de administração e ao conselho fiscal da cooperativa solicitando que seja feito o pagamento do restante da fatura em até 72 horas.

O não cumprimento por parte da Unimed Cuiabá causa uma série de prejuízos aos prestadores que terão dificuldades de honrar com a folha de pagamento de seus colaboradores, fornecedores e médicos e reflete diretamente na capacidade de atendimento aos usuários visto que a cooperativa médica congrega mais de 60% do mercado de saúde suplementar no Estado.

Pesquisadores do Hospital Alemão Oswaldo Cruz publicaram nas revistas científicas Jornal Clinical Oncology e Journal of Thoracic Disease, respectivamente, resultados de dois estudos que acompanharam mais de cinco mil pacientes tratados com câncer de pulmão em 72 centros de oncologia de hospitais públicos do Estado de São Paulo. O câncer de pulmão é o tipo mais letal no Brasil e nos Estados Unidos. O órgão é um dos cinco mais afetados pelo câncer, correspondendo a 18,3% de incidência da doença.

No primeiro estudo, 3.363 pacientes em estágio 3 (etapa em que na maioria das vezes há metástases somente em linfonodos próximo ao tumor), sem metástase para outros órgãos, foram acompanhados durante quinze anos. Destes pacientes, 49% foram tratados de forma preconizada (quimioterapia mais radioterapia ou quimioterapia mais cirurgia) e 51% não se encaixaram em nenhum desses tratamentos. “Identificamos um número alarmante de pacientes que não conseguem receber o tratamento preconizado”, afirma o autor da pesquisa, Dr. Fernando Abraão, cirurgião torácico do Centro Especializado em Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Para o médico, isto provavelmente reflete na jornada enfrentada pelo paciente, que passa pela conscientização dos sintomas e a demora para a realização de exames e procedimentos dentro do sistema de saúde, além da capacitação da equipe médica. “Se aprimorarmos os processos e essas variáveis, poderemos contribuir para a ampliação do acesso ao tratamento preconizado”, explica Dr. Fernando Abraão.

Neste recorte do estudo também foi constatado que os pacientes que passaram por quimioterapia e radioterapia tiveram 20% de taxa de sobrevida, frente aos 40% daqueles que fizeram quimioterapia e cirurgia. Este resultado está em linha com conclusões de estudos internacionais.

O segundo estudo acompanhou 1.278 pacientes com câncer de pulmão em estágio inicial submetidos à cirurgia ou radioterapia, dependendo da sua condição clínica. Foi constatado ao longo dos últimos 5 anos da pesquisa que o grupo tratado nesse período está vivendo mais do que os pacientes operados nos primeiros 10 anos do estudo. Isso sugere que o tratamento para a doença também avançou ao longo destes 15 anos de execução da pesquisa. Outro dado importante é o fato do risco de óbito pelo câncer ter sido 33% menor para os pacientes operados nos últimos 5 anos estudados, o que reflete uma melhoria importante na linha de cuidado do paciente com câncer de pulmão em estado inicial.

“Esses números sugerem que estamos avançando de forma positiva ao longo do tempo, aumentando a sobrevida dos pacientes tratados. Além disso, detectamos que tratar estes pacientes em hospitais com equipes dedicadas ao cuidado do paciente com câncer, infraestrutura e tecnologia adequada reduz risco de óbito pela doença. Estes estudos servem para nortear medidas de saúde púlica que podem impactar positivamente no tratamento dos pacientes com câncer de pulmão”, diz. O médico ressalta, ainda, que o investimento em capacitação das equipes e disseminação de conhecimento de forma mais homogênea também contribuem para o sucesso do tratamento.

 

Fonte: Saude Bunisses

 

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