09 Outubro

Cinco novos casos do Ebola são confirmados no leste da República Democrática do Congo

O Ministério da Saúde da República Democrática do Congo relatou mais cinco casos confirmados de Ebola no leste do país, culpando o aumento diário de resistência de comunidades aos esforços para respostas à doença. O país vive segundo surto da doença em 2018.

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A atual epidemia nas províncias congolesas de Kivu do Norte e Ituri teve 140 casos confirmados desde julho. Destes casos, 108 resultaram em mortes, de acordo com boletim diário do ministério, que está relatando uma média de um a dois novos casos confirmados por dia nas semanas recentes.

Médicos cuidam de paciente com ebola em área de isolamento em Beni, na Rep. Democrática do Congo — Foto: John WESSELS / AFP Médicos cuidam de paciente com ebola em área de isolamento em Beni, na Rep. Democrática do Congo — Foto: John WESSELS / AFP

O ministério informouque cinco novos casos foram localizados no centro regional de Beni, onde ataques de grupos rebeldes na área e desconfiança local à campanha de resposta ao Ebola prejudicaram tratamentos e programas de vacinação.

“A cidade de Beni se tornou o novo ponto de foco da doença, registrando a porcentagem mais alta de casos relatos nas semanas recentes após resistência de certas famílias da comunidade”, informou em comunicado.

A luta contra o Ebola avançou mais nos anos recentes, desde que foi descoberto perto do rio Congo em 1976, mas rumores, desinformação e uma preferência por práticas medicinais tradicionais dificultaram o desempenho de tratamentos eficazes durante o surto atual.

Ebola pode provocar sangramento fatal nos órgãos internos. — Foto: AFP Ebola pode provocar sangramento fatal nos órgãos internos. — Foto: AFP

Ebola pode provocar sangramento fatal nos órgãos internos. — Foto: AFP

Na semana passada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que a epidemia está em uma conjuntura crítica por conta de ameaças à segurança, desconfiança em comunidades e uma acentuada expansão geográfica da doença.

“Nós estamos muito preocupados com a possibilidade do vírus se espalhar para Uganda, mas também para Ruanda, Sudão do Sul e Burundi”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em encontro do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas na quarta-feira.

 

Fonte: G1

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