07 Agosto

Secretaria de Saúde confirma primeiro caso de botulismo de 2018 Destaque

O Distrito Federal registrou o primeiro caso de botulismo em humanos de 2018. A informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde nesta segunda-feira (6/8). Outros dois casos suspeitos foram investigados e descartados. Segundo a pasta, a Vigilância Epidemiológica orientou a família e a Vigilância Sanitária fiscalizou os locais onde o paciente se alimentou. O órgão reforçou que nenhum dos casos havia sido divulgado pois se tratam de episódios isolados, que não comprometem a saúde da coletividade.

A doença é causada por uma toxina produzida pela bactéria clostridium botulinum e pode ser fatal. O quadro clínico do paciente com botulismo pode evoluir para uma paralisia de órgãos e tecidos, sendo a condição mais grave o comprometimento dos pulmões, conforme informou ao Metrópoles o professor de ciência dos alimentos, Marcus Vinícius Cerqueira.

A melhor forma de prevenção está nos cuidados com higiene. A bactéria costuma se hospedar na terra e até mesmo a poeira pode ser suficiente para contaminar alimentos. “Consumir a bactéria em si não é o pior. Os casos mais graves acontecem quando há condições da produção da toxina. O tratamento é muito complicado e a recomendação é deixar o sistema imunológico eliminar a toxina. Tudo depende da concentração, mas, em torno de 10 dias, a pessoa começa a ter uma melhora”, explica o professor.

Para evitar o contágio, deve-se evitar a ingestão de alimentos em conserva que estiverem em latas estufadas, vidros embaçados, embalagens danificadas ou com alterações no cheiro e aspecto. Produtos industrializados e conservas caseiras que não ofereçam segurança devem ser fervidos ou cozidos por 15 minutos, antes de serem consumidos. Também recomenda-se conservar os alimentos a uma temperatura inferior a 15ºC.

Doença também atinge animais
Em agosto de 2017, mais de mil bois morreram de botulismo em uma fazenda no município de Ribas do Rio Pardo, em Mato Grosso do Sul, depois de consumirem ração infectada com a toxina botulínica.

Fonte: Metrópoles

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